Falar sobre a universidade é bem complicado (pelo menos pra mim)...especialmente de um curso e uma universidade sobre os quais eu nunca tinha pensado muito. Há quase três meses me enfiei em Relações Internacionais na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) e todo dia, depois da aula, volto pra casa com uma opinião diferente sobre tudo o que vejo, faço e presencio lá. É difícil colocar aqui exatamente o que essa experiência tem representado na minha vida, mas com certeza nunca vivi nada igual. Ou talvez tenha e ainda não percebi, afinal, três meses não é muito tempo. Mas o fato é que entender e processar tantas coisas novas ao mesmo tempo é MUITO estressante. Aliás, estressante é um dos muitos adjetivos que eu posso dar pra esse momento universitário da minha vida (lembrando que aqui nesse blog não é tolerada aquela hipocrisia de julgar o tamanho do problema dos outros; cada um tem o seu e fim): é estressante conviver com tantas pessoas tão diferentes de mim; é estressante tentar controlar minha ansiedade sobre absolutamente tudo; é estressante não ter mais os mesmo hábitos de antes, e ser obrigada a adquirir novos; é estressante não saber nada do mundo acadêmico e ter que aprender a se virar na marra; é estressante não ter mais seus antigos amigos por perto e ter que fazer novos; até as coisas boas são estressantes. Mas acho que você se acostuma, já que o estresse parece ser companheiro de muitos por toda a vida.
Por ser minha primeira experiência na graduação, não sei bem dizer se as coisas que acontecem são exclusividade da Unila ou se é padrão...por isso fica complicado julgar se eu fiz a escolha certa. Tenho dito que entrar na Unila e em RI foi a primeira loucura da minha vida (super radical, né? Inclusive, ainda moro com meus pais!), considerando que eu queria fazer Direito em qualquer lugar que não fosse minha cidade. Poxa, eu sou uma pessoa controladora e que passou pelo menos seis anos estudando especificamente pra isso - toda vez que penso no assunto parece loucura pra mim! Até porque teria feito muita coisa diferente se soubesse que era isso que queria pra minha vida. Analisando melhor a situação, talvez não tenha sido minha primeira loucura, mas sim a primeira vez que o Universo mostrou pra mim que nem tudo pode ser planejado. E isso me assusta.
Queria falar mais sobre a questão das pessoas e sobre como existem de todos os tipos delas na universidade. A primeira semana foi especialmente aterrorizante pra mim, chegar lá e não conhecer ninguém e perceber que a partir daquele momento eu ia ver um pedacinho do mundo e toda a diversidade que ele pode ter, em todos os sentidos. A cada dia isso ficava mais evidente: a cada nova amizade no Facebook e investigação nos perfis; a cada debate que pudesse surgir nas aulas; a cada votação sobre posicionamentos que a turma deveria tomar; a cada conversa no corredor. Costumava pensar que no Ensino Médio eu tinha visto de tudo, mas descobri que aquele era só o meu mundo. Hoje, o mundo que eu vivo não me pertence e sou sou mais uma coadjuvante. Hoje, escuto diariamente posicionamentos radicais que vão totalmente contra minha ideologia. Um exemplo? Drogas, infelizmente. Mas não vamos nos estender nesse assunto agora...isso merece um post exclusivo. Muitos ali passam por preconceitos pelos quais eu nunca passei e provavelmente nunca vou passar; mas alguns também se perdem na própria dor e esquecem que existem outros que sofrem por outras coisas (esse assunto de comparação de problemas aparece muito por aqui, não?). Na luta, alguns esquecem que nem todos são inimigos. Percebi que a universidade é um lugar cheio de egos. Guerras acontecem todos os dias entre gente que deveria estar ali pelos mesmos objetivos: conhecimento e estudo. É importante aprender a viver e conviver com a diferença, mas não se culpe se não for tão fácil assim no começo e não deixe que isso te faça doente e tire sua positividade!
Descobrir que a Universidade não é esse grande templo sagrado do saber foi decepcionante. Nem todos estão lá pra mergulhar de cabeça no curso; nem todos estão lá pra estudar (acredita?); nem todos estão lá pra se formar no tempo estimado; nem todos estão lá pra criticar de forma construtiva; nem todos estão lá pra ter quatro anos proveitosos, quem dirá pra ajudar a deixar o SEU tempo mais agradável. Aqui, eu entendo porque algumas pessoas dizem que muitos não merecem a vaga que têm numa federal. Antes de entrar na faculdade, eu achava que depois que estivesse lá dentro tudo daria certo...ledo engano - a faculdade não é nada do que dizem, e mesmo que muitas pessoas digam coisas diferentes, nunca vai ser o que você vai sentir quando for sua vez.
Claro, a faculdade tem muita coisa boa a oferecer. No meu caso, a oportunidade de estudar e ter como professores pessoas de outros países não tem preço, é super enriquecedor não só como experiência pessoal mas também como futura internacionalista. Se por um lado algumas expectativas não foram superadas, a minha universidade também trouxe novos interesses e perspectivas. Tudo tem dois lados. Depois de revisar tudo o que eu escrevi aqui, acho que algumas coisas eu tenho que esclarecer: eu estou muito satisfeita com tudo o que eu tenho feito na Unila. Se na primeira semana eu voltava pra casa incerta da minha escolha, hoje eu volto dizendo que faria essa escolha novamente; não sei como dizer isso de uma maneira não-clichê, mas eu amadureci muito nesses três meses e tenho feito de tudo pra mudar certos conceitos meus ao mesmo tempo que me mantenho fiel ao meu jeito de ser. Pegar o ônibus da Barreira até o PTI, com direito à vista pra Barragem, nunca vai deixar de ser surreal pra mim. Novamente digo que três meses é pouco tempo; pouco tempo pra decretar essa minha análise final; pouco tempo pra julgar tudo de forma definitiva; pouco tempo pra conclusões sem volta. O objetivo era dissertar não sobre a Instituição, e sim sobre as MINHAS impressões diante do meu primeiro ingresso nesse universo tão novo. Parando pra pensar no assunto, não sei nem mesmo o que amigos meus que estão em outra Instituições têm vivenciado...se passam pelas angústias, se divertem tanto quanto eu ou se surpreendem com tantas coisas novas.
Pais, professores, universitários...é preciso discutir a vida depois do vestibular! É preciso uma perspectiva mais ampla sobre o que é a universidade de fato e sobre como nem tudo são flores. Não basta passar numa federal e não aguentar um semestre (vamos falar sobre saúde mental nesse espaço?). De nada vale todo o esforço quando aquilo que você conseguiu não era nada do que você esperava. Vá além e pense também sobre o que não pode ser como você espera; isso pode ser a diferença entre um tempo magnífico e um nem tão bom na faculdade. Tenho muito mais a dizer sobre esse mesmo assunto, mas gosto de pensar que ainda tenho tempo pra isso. Esse é o lugar que eu criei pra isso: contar tudo sem ninguém ser obrigado à ouvir.
Idiotices de uma aborrescente.
sábado, 28 de maio de 2016
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Toda maldade é fraqueza.
Eu lembro vagamente do que eu pensava na época em que escrevi Maldade Adolescente: o quanto as pessoas a minha volta se preocupavam demais com a vida dos outros e de menos em trabalhar o próprio caráter (se é que elas possuíam algum). E olhar pra dois anos atrás e perceber que nada disso mudou é bem frustrante!
Imaginar que as pessoas um dia amadureçam é mera ingenuidade, porque parece que quanto mais elas crescem, mas a maldade cresce nelas. É perceptível o clima hostil que vem com o vestibular e a tensão de um Ensino Médio desgastante...mas é justificável a falta de cordialidade e extrema falta de respeito? Os limites de uma brincadeira ou alguma opinião sobre alguém parecem intermináveis com redes de disseminação de informações tão "prestativas". A política de terra sem lei da internet contamina a vida social e mata os vestígios de humanidade presentes em mentes que se encontram constantemente em guerra consigo mesmas.
Você tenta escapar desse mal, mas um dia ele te acha, porque essa maldade não é realmente adolescente. Essa maldade é humana e arrasadora! Ela pode vir de qualquer um, a qualquer momento e de qualquer lado; pode ser daquela amiga que sempre esteve do seu lado ou daquele colega de trabalho a quem você nunca dirigiu uma palavra sequer. Combater o mal com o mal é tentador, como também é viciante...exatamente pelo êxtase desse tipo de vitoria acabar quase que instantemente e você precisar de mais e mais.
"Lidar com alguém desse tipo é lidar com todo resto do planeta, o que facilita o desenvolvimento de um escudo emocional e respostas afiadas ensaiadas." Isso é o que eu gostaria de dizer, mas não costumo mentir (pelo menos não aqui). A verdade é que ninguém nem nada te prepara pra ouvir palavras grosseiras e aguentar desconfianças; o aperto no peito, mesmo que fugaz, te visita toda vez. E mais um pedaço do meu eu otimista renuncia.
Imaginar que as pessoas um dia amadureçam é mera ingenuidade, porque parece que quanto mais elas crescem, mas a maldade cresce nelas. É perceptível o clima hostil que vem com o vestibular e a tensão de um Ensino Médio desgastante...mas é justificável a falta de cordialidade e extrema falta de respeito? Os limites de uma brincadeira ou alguma opinião sobre alguém parecem intermináveis com redes de disseminação de informações tão "prestativas". A política de terra sem lei da internet contamina a vida social e mata os vestígios de humanidade presentes em mentes que se encontram constantemente em guerra consigo mesmas.
Você tenta escapar desse mal, mas um dia ele te acha, porque essa maldade não é realmente adolescente. Essa maldade é humana e arrasadora! Ela pode vir de qualquer um, a qualquer momento e de qualquer lado; pode ser daquela amiga que sempre esteve do seu lado ou daquele colega de trabalho a quem você nunca dirigiu uma palavra sequer. Combater o mal com o mal é tentador, como também é viciante...exatamente pelo êxtase desse tipo de vitoria acabar quase que instantemente e você precisar de mais e mais.
"Lidar com alguém desse tipo é lidar com todo resto do planeta, o que facilita o desenvolvimento de um escudo emocional e respostas afiadas ensaiadas." Isso é o que eu gostaria de dizer, mas não costumo mentir (pelo menos não aqui). A verdade é que ninguém nem nada te prepara pra ouvir palavras grosseiras e aguentar desconfianças; o aperto no peito, mesmo que fugaz, te visita toda vez. E mais um pedaço do meu eu otimista renuncia.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Tempo, tempo, tempo, tempo entro num acordo contigo...
A cada dia que passa, o tempo
parece ir embora mais depressa. Deito pra dormir e penso que não fiz nem metade
daquilo que devia ter feito, pensando no que, provavelmente, também não farei
no dia seguinte. É clichê, como quase tudo o que eu escrevo, mas as coisas, as
pessoas e os momentos passam diante dos nossos olhos e quando a gente vê,
não dá mais tempo de fazer nada. As pessoas estão cada vez mais cegas para
aquilo que realmente importa, aquilo que é saudável não só pro corpo, como
também pra alma. A academia não basta quando não se ama aos outros e quando não
se ama a si mesmo. E quando digo amar
aos outros, não falo de amar aquele que você não gosta, e sim amar aqueles que
podem (e querem) te amar de volta, porque se tem outra coisa que não é nada
saudável, é amar quem não te ama. Amar quem não te ama é escolher o próprio
castigo, é gostar de sofrer, irracional. Mas amar não é racional, é?
Nesse ano, ando refletindo como
nunca havia antes, e isso meio que cansa. Sabe o que dizem sobre aqueles
que pensam demais, certo? Penso se tudo o que ando fazendo vai valer a pena
algum dia. Mas como minha mãe costuma me lembrar: ‘’A escolha foi sua.’’. E realmente, a escolha foi minha...mas é difícil
tomar as próprias decisões quando sempre tomaram as decisões sérias por você.
Mas difícil ainda é passar por cima do orgulho e voltar atrás, mesmo sabendo
que tudo seria mais fácil se você o fizesse. A vida era mais fácil quando reclamávamos
que nossos pais não nos deixavam fazer o que queríamos.
Mas eu gosto de pensar positivo.
Aliás, ultimamente andam dizendo que meu otimismo é até mesmo exagerado. E o engraçado é que eu nunca me considerei uma pessoa que vê o melhor das coisas! Acho que o fato de tudo estar mais complicado fez com que, ao invés de me afundar mais, eu tentasse amenizar tudo e criasse um lema, o de que da tudo certo no final. Mesmo sabendo, lá no fundo, que nem tudo dá realmente certo, eu prefiro acreditar que é assim e pronto. Podem me chamar de sonhadora, como o John, mas a vida já não é lá aquelas coisas...imagina o que é que vira se não nos lembrarmos das coisas boas que ainda existem e podem acontecer?
Ufa! Esse post saiu meio pesado, sendo que eu sentei pra escrever algo mais, digamos, simpático. Mas como eu já disse algumas vezes, o blog é o ''lugar'' onde eu posto o que está na minha cabeça, onde eu sacio a minha necessidade de gritar pro mundo o que eu quero e o que eu penso. Mais importante ainda, é o lugar onde eu não preciso me preocupar em não ser comotiva!
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Deixem a ciência para os cientistas.
A reza de vocês deve ter sido forte, porque o milagre aconteceu: voltei! Com muita coisa pra falar e pouco tempo pra escrever, é meu status atual. É louco pensar em quanta coisa aconteceu em tão pouco tempo, e mais louco ainda perceber que não me pronunciei sobre nada! Não que minha opinião seja muito influente, mas não é isso que vai me impedir de dizer alguma coisa, certo?
Ao mesmo tempo em que tenho muito pra dizer, existe um receio da minha parte em falar demais e o que eu não devia. Ainda mais quando se trata de política! Isso só me faz pensar no quanto somos reprimidos e obrigados a escutar aos que PODEM ($$$$) falar...é meio tenso eu chegar aqui e dizer que tudo isso que acontece nos EUA é culpa deles mesmos? Que se eles não se metessem em tudo e não se achassem os donos do mundo, grande parte das desgraças que acontecem/aconteceram poderiam ser amenizadas ou, até mesmo, aniquiladas? Não interessa, falei do mesmo jeito. Sim, isso pode ser uma grande de uma idiotice, sem sentido, vindo de uma adolescente que nem vida politica ativa tem, mas eu não ligo!
Mudando de assunto, fico feliz em dizer que tenho avançado algumas fases na construção do meu caráter: não renego mais minha fé. E quando digo fé, não digo somente minha fé católica, mas a fé de que tudo da certo no final, que nem novela! E falando em fé, tem gente que não respeita mesmo a fé e crença dos outros. E não adianta nem falar que respeita, porque compartilhar coisas no Facebook ou o caramba sobre como o catolicismo (um caso em particular) não evoluiu em nada através do séculos e não influenciou o mundo positivamente e blablabla não é uma maneira muito válida de demonstrar respeito! Duvido que essa galera saiba que só existe saúde pública graças a Igreja Católica. Algumas pessoas se dizem muito mais evoluídas intelectualmente, entendedoras do cérebro humano, mas são as que mais crucificam (sim, esse termo foi usado de propósito!) aquilo que nem ao menos se dignam a conhecer. Com certeza todos já ouviram aquela frase ''quem não tem nada de bom a dizer que fique calado''. Pois é gente, cada um cuida da sua vida e maneira* na hipocrisia...
Isso tudo que eu acabei de dizer/escrever não é somente como católica injustiçada, isso vai muito mais além. Alcança meu lado cidadão, mas mais que todos, o humano. A diversidade não faz parte da humanidade? Do caráter humano? A compreensão e a tolerância também deviam fazer. Muitos de vocês vão começar a ler essa baboseira toda sobre religião e vão logo fechar a página e meter a boca em mim, mas a intenção não é converter vocês e sim fazer com que vejam que o homem realmente só vê, faz e diz aquilo que lhe convém, cometendo grandes injustiças durante esse processo!
Finalizando, gostaria de lembrar as pessoas que são de religiões diferentes e principalmente aquelas que nem ao menos acreditam em Deus, que vocês não são maiores ou melhores intelectualmente do que ninguém.
* Do verbo maneirar; agir com calma, com moderação, com paciência.
Ao mesmo tempo em que tenho muito pra dizer, existe um receio da minha parte em falar demais e o que eu não devia. Ainda mais quando se trata de política! Isso só me faz pensar no quanto somos reprimidos e obrigados a escutar aos que PODEM ($$$$) falar...é meio tenso eu chegar aqui e dizer que tudo isso que acontece nos EUA é culpa deles mesmos? Que se eles não se metessem em tudo e não se achassem os donos do mundo, grande parte das desgraças que acontecem/aconteceram poderiam ser amenizadas ou, até mesmo, aniquiladas? Não interessa, falei do mesmo jeito. Sim, isso pode ser uma grande de uma idiotice, sem sentido, vindo de uma adolescente que nem vida politica ativa tem, mas eu não ligo!
Mudando de assunto, fico feliz em dizer que tenho avançado algumas fases na construção do meu caráter: não renego mais minha fé. E quando digo fé, não digo somente minha fé católica, mas a fé de que tudo da certo no final, que nem novela! E falando em fé, tem gente que não respeita mesmo a fé e crença dos outros. E não adianta nem falar que respeita, porque compartilhar coisas no Facebook ou o caramba sobre como o catolicismo (um caso em particular) não evoluiu em nada através do séculos e não influenciou o mundo positivamente e blablabla não é uma maneira muito válida de demonstrar respeito! Duvido que essa galera saiba que só existe saúde pública graças a Igreja Católica. Algumas pessoas se dizem muito mais evoluídas intelectualmente, entendedoras do cérebro humano, mas são as que mais crucificam (sim, esse termo foi usado de propósito!) aquilo que nem ao menos se dignam a conhecer. Com certeza todos já ouviram aquela frase ''quem não tem nada de bom a dizer que fique calado''. Pois é gente, cada um cuida da sua vida e maneira* na hipocrisia...
Isso tudo que eu acabei de dizer/escrever não é somente como católica injustiçada, isso vai muito mais além. Alcança meu lado cidadão, mas mais que todos, o humano. A diversidade não faz parte da humanidade? Do caráter humano? A compreensão e a tolerância também deviam fazer. Muitos de vocês vão começar a ler essa baboseira toda sobre religião e vão logo fechar a página e meter a boca em mim, mas a intenção não é converter vocês e sim fazer com que vejam que o homem realmente só vê, faz e diz aquilo que lhe convém, cometendo grandes injustiças durante esse processo!
Finalizando, gostaria de lembrar as pessoas que são de religiões diferentes e principalmente aquelas que nem ao menos acreditam em Deus, que vocês não são maiores ou melhores intelectualmente do que ninguém.
* Do verbo maneirar; agir com calma, com moderação, com paciência.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
6 motivos para...
...assistir Hawaii Five-0!
Sim, isso é um post-indicação, porque coisas boas devem ser divulgadas!
- É uma série policial, com foco nas missões de uma equipe especial, Five-0, que tem carta branca com a Governadora ( Governador, a partir da segunda temporada), formada pelo ex-marinheiro Steve McGarret; o detetive vindo de New York que simplesmente detesta o Hawaii, Danny Williams; o nativo Chin Ho Kelly, mal visto pela policia desde que foi acusado de aceitar suborno; e Kono Kalakaua, ex-surfista profissional que, depois de uma lesão, se reinventou como policial. É prima do Chin. Só o elenco já vale a pena!
- A história se passa no Hawaii. Praias paradisíacas, surfistas bronzeados (as), montanhas divinas, Moco Loco, colares de flores (também conhecidos com lei), coco e MUITA abacaxi. Precisa dizer muita coisa?
- A amizade entre os opostos Steve e Danny traz o tanto exato de comédia para a série! Enquanto o primeiro é extremamente impulsivo, selvagem, se arriscando diversas vezes para resolver um caso, o segundo é certinho, cheio de manias, inseguranças e, no fundo, mesmo negando até a morte, se preocupa com o Steve...acho que os dois se identificam com o drama presente em suas vidas, já que Steve tem uma longa e complicada história sobre o paradeiro dos pais, e o Danny saiu de um casamento à pouco tempo, continua amando a ex-mulher e luta pela guarda da filha.
- A parte de medicina legal da série é buenísima, tendo presença do médico legista Max, que é um havaiano super nerd, que dá os diagnósticos usando sempre os termos mais difíceis e que ninguém entende...
- Os casos são super interessantes, indo desde gente morta dirigindo aviões até sequestros envolvendo tráfico de mulheres. O que parece ser um caso comum de homicídio, pode virar uma vingança contra um dos membros da Five-0.
- Esse motivo é meio pessoal, mas não posso deixar de citar: o super ex-marinheiro/ninja McGarret é o homem mais bonito da face da terra! Fala sério! Voz rouca, tatuagens, jeito de bad boy que precisa de carinho...
Uma curiosidade sobre Hawaii Five-0, é que a produção atual é um remake da série de mesmo nome do ano de 1968, que foi exibida por 12 temporadas num total de 283 episódios...
Espero que esta lista tenha despertado pelo menos um pouco do interesse de vocês, porque sou completamente apaixonada por esta série e super recomendo!
MAHALO!
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
New year, same shit
Depois de um post tão elaborado (com direito até a entrevista!) quanto o último, voltei com um assunto bastante comum na vida de vários estudantes: a ansiedade do primeiro dia de aula!
Não é louco sentir todo ano a mesma coisa? A expectativa de ter gente nova na sua sala, a curiosidade sobre quais professores saíram e quais entraram, a vontade de ser diferente e, quem sabe, se tornar mais conhecido...e no fim acaba que você não estudou mais como prometeu, não conheceu nenhum Alex Pettyfer (ou Megan Fox) e você só se tornou mais loser ainda. A mais pura e triste realidade!
Mas existe a possibilidade de estar acontecendo com você o mesmo que está acontecendo comigo, hm? ESCOLA NOVA, FUCK YEAH! Aí eu já posso te garantir que vai ter gente nova na sua sala. E professores novos. Mas não que você vá conhecer um Alex ou uma Megan, pois é.
Só não podemos nos esquecer que primeiro dia de aula significa tchau férias (ah vá, é memo?), au revoir vacances, adiós vacaciones, さようなら休日, doei vakantie e por ai vai...Ah cara, estava tão bom não fazer nada, dormir 4 da matina e acordar pra almoçar, ler fanfics como nunca antes, dar uns rolezinhos de bike, nadar, nadar e nadar. Agora é cuidar da vida e começar uma dieta pós casa da vó!
Outra coisa a ser esclarecida: estou completamente IN LOVE com o verão. E é louco porque eu coloco um vestido e falo ''isso é tão verão'', compro uma havaiana colorida e digo ''tem coisa mais verão que isso?'' ou faço qualquer outra coisa e relaciono com verão! Acho que isso é um sinal de que eu devia me mudar pra um lugar paradisíaco, tipo a Polinésia Francesa, que tal? Acho digno...
(Obs: desculpe se errei ao escrever em japonês ou em holandês, acontece quando a gente usa o google tradutor!)
Não é louco sentir todo ano a mesma coisa? A expectativa de ter gente nova na sua sala, a curiosidade sobre quais professores saíram e quais entraram, a vontade de ser diferente e, quem sabe, se tornar mais conhecido...e no fim acaba que você não estudou mais como prometeu, não conheceu nenhum Alex Pettyfer (ou Megan Fox) e você só se tornou mais loser ainda. A mais pura e triste realidade!
Mas existe a possibilidade de estar acontecendo com você o mesmo que está acontecendo comigo, hm? ESCOLA NOVA, FUCK YEAH! Aí eu já posso te garantir que vai ter gente nova na sua sala. E professores novos. Mas não que você vá conhecer um Alex ou uma Megan, pois é.
Só não podemos nos esquecer que primeiro dia de aula significa tchau férias (ah vá, é memo?), au revoir vacances, adiós vacaciones, さようなら休日, doei vakantie e por ai vai...Ah cara, estava tão bom não fazer nada, dormir 4 da matina e acordar pra almoçar, ler fanfics como nunca antes, dar uns rolezinhos de bike, nadar, nadar e nadar. Agora é cuidar da vida e começar uma dieta pós casa da vó!
Outra coisa a ser esclarecida: estou completamente IN LOVE com o verão. E é louco porque eu coloco um vestido e falo ''isso é tão verão'', compro uma havaiana colorida e digo ''tem coisa mais verão que isso?'' ou faço qualquer outra coisa e relaciono com verão! Acho que isso é um sinal de que eu devia me mudar pra um lugar paradisíaco, tipo a Polinésia Francesa, que tal? Acho digno...
(Obs: desculpe se errei ao escrever em japonês ou em holandês, acontece quando a gente usa o google tradutor!)
Falou galera, que the old Gods and the new stay with you!
domingo, 13 de janeiro de 2013
Comprei uma panela de pressão, só pra ver se eu cozinho mais depressa...
...se eu lavo, se eu cozinho, ninguém tem nada com isso!
Eu realmente ultrapassei todos os meus limites e fiz algo que eu nunca cogitei fazer: entrevistei pessoas na fila da Liquidação Fantástica do Magazine Luiza. Fruto da mais pura e espontânea pressão das minhas primas! Na maior cara de pau cheguei na galera da fila ás 23:30 da noite e gritei se alguém estava disposto a responder algumas perguntas, e o primeiro da fila me perguntou se tinha que ''dar nome'', nisso a conversa rolou e aqui estão as regras que você deve seguir para ser bem sucedido na mais louca das liquidações:
Eu realmente ultrapassei todos os meus limites e fiz algo que eu nunca cogitei fazer: entrevistei pessoas na fila da Liquidação Fantástica do Magazine Luiza. Fruto da mais pura e espontânea pressão das minhas primas! Na maior cara de pau cheguei na galera da fila ás 23:30 da noite e gritei se alguém estava disposto a responder algumas perguntas, e o primeiro da fila me perguntou se tinha que ''dar nome'', nisso a conversa rolou e aqui estão as regras que você deve seguir para ser bem sucedido na mais louca das liquidações:
- Se quiser ser um dos 20 primeiros e ter 10 minutos de vantagem, chegue na fila pelo menos ás 15:00 da tarde do dia antecedente à muvuca. Esqueça a vergonha!
- Vá à fila acompanhado de uma ou mais pessoas, para haver o revezamento na hora de dormir (importantíssimo!).
- Se for comprar alguma coisa maior, tipo um sofá ou uma geladeira, lembre-se de providenciar sua Saveiro, seja ela do vizinho ou sua mesmo. Ta bom, não precisa ser necessariamente uma Saveiro!
- Não se esqueça de que você é um ser humano e possui necessidades fisiológicas, então recomendo ficar só no liquido e arrumar uma garrafinha! Imagina só que delicia sentir aquela dor de barriga às 3 da manhã...
- Fazer amizade com os coleguinhas de fila é liberado, mas mantenha em mente de que lá dentro é ''si por si''!
Não gente, brincadeiras á parte, que o assunto aqui é sério (como todo assunto abordado aqui no blog...ou não). Conversando com essa turma, perguntei se eles iriam comprar alguma coisa específica e tal e e alguns me responderam que comprariam o que estivesse barato. Alo-ou! Acho que isso nos esclarece bastante o porque de existirem mais de 60 milhões de brasileiros com o rabo preso por ai. É louco pensar que um em cada três brasileiros já tem algum empréstimo de pelo menos R$ 1 mil em bancos ou cartões de crédito¹. Mas é claro que não vamos generalizar, algo que eu costumo fazer bastante, segundo um professor de redação que não parece gostar muito de mim. Existem pessoas que realmente fazem bom uso dessas promoções, deixando de comprar o ano inteiro pra se esbaldar na pechincha.
Concluindo minha incrível experiência, levantei as 5:20 da manhã na ultima sexta-feira para ver de perto como é que a mágica acontece. Falando sério, me senti na fatídica cena da briga no corredor do filme Meninas Malvadas². Nada mal para minha primeira pesquisa de campo!
¹ Informações vindas do Banco Central.
² Definitivamente uma hipérbole...
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